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domingo, 29 de maio de 2016

ABSURDO: POLÍCIA LIBERA SUSPEITO DE ESTUPRO COLETIVO POR FALTA DE PROVAS

JOVEM VÍTIMA DE ESTUPRO COLETIVO PRESTA SEGUNDO DEPOIMENTO. Ao chegar à Cidade da Polícia (sede das delegacias especializadas, na zona norte) acompanhada da mãe e da advogada Eloísa Samy Santiago, a vítima teve a cabeça coberta por um agasalho e não deu entrevistas
Uma operação da Polícia Militar no Morro da Barão, zona oeste do Rio, onde uma jovem de 16 anos sofreu um estupro coletivo, terminou em tiroteio, mas sem feridos. De acordo com a PM, 70 agentes de sete batalhões participam da operação, com apoio de helicóptero, veículos blindados e do Batalhão de Ação com Cães (BAC).
Um dos suspeitos de ter cometido o estupro foi detido e levado à Central de Garantias da polícia Civil, para identificar e capturar outros criminosos, mas liberado mais tarde por falta de provas. As investigações do caso estão a cargo da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), porque imagens do crime em vídeo circularam pela internet e redes sociais.
Além de capturar os agressores, a ação teve como objetivo “dar maior sensação de segurança à população”, disse a PM em nota.
O Morro da Barão é o local onde a adolescente foi estuprada por 33 homens, segundo o depoimento da própria jovem à polícia. Na sexta-feira, a Polícia Civil já havia realizado uma operação para cercar a casa onde teria ocorrido o crime. Foi feita perícia no local. Roupas e material usado na endolação de drogas também foram apreendidos. Fotos divulgadas pela assessoria de imprensa da Polícia Civil mostram uma cama e uma televisão.
No primeiro depoimento, a jovem disse que 33 bandidos armados de fuzis e pistolas participaram das agressões sexuais que sofreu em uma casa no morro do Barão, na Praça Seca, zona oeste do Rio de Janeiro
Em depoimento à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) da Polícia Civil, a adolescente de 16 anos disse que não conhecia nenhum dos agressores
Até o momento, foram identificados quatro homens: Michel Brazil da Silva, de 20 anos, Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20 anos, Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos, que aparece na imagem do lado da jovem, e Marcelo Miranda da Cruz Correa, de 18 anos, envolvido na divulgação das imagens da vítima. Porém, as autoridades ainda não pediram a prisão de nenhum deles
O crime causou revolta e mobilização na web. Usuários das redes sociais divulgaram a imagem de uma mulher crucificada no símbolo de Vênus, além de cobrar medidas das autoridades e da sociedade contra a banalização dos casos de estupro e violência contra a mulher. O caso também ganhou destaque da mídia internacional e foi noticiado no Canadá, Inglaterra e Índia, entre outros países. As publicações destacaram a violência do caso e relataram preocupação com Olimpíada e 'cultura do estupro' no País.
Manifestantes montaram um mural em apoio a vítima de estupro coletivo; no Brasil, uma mulher é violentada a cada 11 minutos
MSN NOTÍCIAS


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