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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Confira a programação completa da Copa Vela com 28 atrações na Prainha e Avenida Apolônio Sales

De 6 a 8 de setembro a Avenida Apolônio Sales recebe a Copa Vela 2019, que completa 30 anos. O evento, que reúne bandas nacionais, traz também os artistas locais, que estarão embalando a multidão durante os três dias de festa.

Com as apresentações, a Prefeitura destaca o celeiro musical do município dando visibilidade à prata da casa. “Os artistas locais representam as nossas raízes e mostram para o público a qualidade musical que temos no município”, ressalta o secretário de Cultura e Esportes, Jânio Soares. Os artistas se apresentam no trio e no palco 2.

Durante o festival, que conta com competições náuticas no Balneário Prainha durante o dia, mais de 20 artistas da cidade se apresentam. Com uma pegada nostálgica, alguns deles vão relembrar os grandes sucessos da música que embalaram as Copas Velas de anos atrás. “É uma enorme satisfação fazer parte desta festa que comemora 30 anos e que leva nosso nome para o mundo. Estou preparando um repertório especial, para que juntos possamos comemorar e celebrar”, elenca o cantor Duda Rodrigues. A programação na Avenida Apolônio Sales tem início às 19h.

Confira a programação da Copa Vela 2019:

Sexta – 06/09

Prainha
Moisés Nato
Balandauê
Leva City

Avenida Apolônio Sales
Verão Viola
Zé Ivan
Buiú
Léo Santana
Paulinha Levada
Xand Avião

Sábado – 07/09

Prainha
Pagodão das Antigas
Jimmy Man
Ruan Lennon

Avenida Apolônio Sales
Jailson Baiano
Thecentis
Natyblue
Capital Inicial
Jorjão Lima
Sine Calmon
Márcio Duka

Domingo – 08/09

Prainha
Brown de Castro
Helber Wogan
Péricles Santana

Avenida Apolônio Sales
Duda Rodrigues
Eternos Amigos
Marreta é Massa
Saulo Fernandes
Marreta You Planeta
Jonas Esticado


OZILDO ALVES


EMPRESA DE FAMÍLIA DE VEREADOR É CONTRATADA PELA PREFEITURA DE PAULO AFONSO POR MAIS DE R$ 2 MILHÕES


A mesma publicação associa o contrato ao empréstimo de R$ 80 milhões da prefeitura junto à Caixa Econômica Federal recentemente aprovado pela Câmara.

A empresa G1 Construções e Empreendimentos LTDA que foi contratada através de licitação para executar os serviços de urbanização do lago Aurora localizado na Rua Interlagos, Bairro Alves de Souza, em Paulo Afonso pertence a familiares do vereador Alexandro Fabiano da Silva, popular Leco (PHS).

De acordo com o contrato, que foi publicado no Diário Oficial do Município, a referida empresa especializada em construção civil vai receber pela obra o valor de R$ 2.248.885,54 (dois milhões, duzentos e quarenta e oito mil, oitocentos e oitenta e cinco reais e cinquenta e quatro centavos).

Uma postagem divulgada nas redes sociais mostra que a sede da empresa está localizada no endereço pertencente a familiares do parlamentar, no Bairro Abel Barbosa.

A mesma publicação associa o contrato ao empréstimo de R$ 80 milhões da prefeitura junto à Caixa Econômica Federal recentemente aprovado pela Câmara, inclusive com o apoio do vereador Leco, o que foi prontamente desmentido pela prefeitura.

Após a imagem se espalhar em grupos de whatsapp e no facebook, o portal PA4.COM.BR entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Paulo Afonso e obteve a seguinte resposta (veja na íntegra):

A Prefeitura de Paulo Afonso ressalta que o processo licitatório em questão não está atrelado ao crédito disponibilizado pela Caixa Econômica, tendo em vista que ainda não houve nenhuma contratação de valores disponibilizados pela linha de financiamento do Banco.
A licitação para realização da referida obra foi publicado em maio deste ano, permitindo a toda e qualquer empresa do ramo, que estivessem dentro dos requisitos, concorrer.
A Prefeitura ressalta que foi dada toda a publicidade necessária ao processo, inclusive disponibiliza para a sociedade civil a consulta aos autos licitatórios, como é feito em todos eles.
A administração reitera que informações colocadas na rede social tem objetivos escusos, com intenção de tão somente confundir o cidadão.
A gestão reforça o seu compromisso com a transparência, legalidade e impessoalidade.



OZILDO ALVES


QUATRO SUSPEITOS DE TRÁFICO SÃO MORTOS E SETE SÃO PRESOS DURANTE OPERAÇÃO POLICIAL EM SENHOR DO BONFIM, NA BAHIA


Segundo polícia, grupo ameaçava traficantes rivais e planejava morte de delegado e investigador.
SETE PESSOAS SÃO PRESAS POR SUSPEITA DE TRÁFICO DE DROGAS DURANTE OPERAÇÃO POLICIAL

Quatro pessoas foram mortas e outras sete foram presas em uma operação policial na cidade de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia, nesta quinta-feira (22). O grupo é suspeito de fazer parte de uma facção de tráfico de drogas no município, e planejava matar um delegado e um investigador.
De acordo com a 19ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), foram detidos por mandado de prisão: Mateus dos Santos Borges, 19 anos; Hércules Dantas de Almeida, 22 anos; Elisabeth Cristina Dantas de Almeida, 27 anos e Jakson Oliveira da Silva, 26 anos.
Já Getúlio Arcanjo de Almeida Júnior, 20 anos; Talita Alves da Silva, 19 anos e Jackson Santos Silva, 22 anos foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, porque foram encontrados com drogas.
A polícia detalhou ainda que Getúlio e Jackson estavam respondendo em liberdade provisória pela morte de um homem identificado como Marcos Felipe Carneiro. Eles também responderão a um termo circunstanciado de ocorrência por uso de drogas.
Além deles, outras quatro pessoas morreram após entrar em confronto com os policiais. Elas foram identificadas como Deivisson, Felipe, Davi, Joab e Lucas. Não há detalhes sobre como o confronto aconteceu.
Ainda de acordo com a polícia, o grupo divulgava vídeos nas redes sociais ameaçando outros suspeitos de tráfico da região, além de planejar a morte de um delegado e um investigador da Polícia Civil.
Os sete foram levados para a 19ª Coorpin, junto com drogas, celulares e dinheiro apreendidos.
CHICO SABE TUDO


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Justiça absolve César Tralli e Globo em ação movida por policial militar


Tribunal de Justiça de São Paulo julgou ser improcedente

A 18ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo julgou ser improcedente uma ação, movida por um policial militar acusado de envolvimento com o tráfico de drogas, contra a Globo e o apresentador César Tralli.

O Policial Militar entrou com o processo porque alegava ter sido vítima de comentários do jornalista que depreciaram sua honra em uma reportagem exibida pela emissora em 2017.

Na ação, ele pedia indenização de 100 000 reais por danos morais. O agente foi preso em razão de uma investigação realizada pela corregedoria da corporação que apurava o envolvimento dele com o tráfico de drogas e organizações criminosas.

Na decisão, assinada pelo desembargador Helio Faria, o magistrado argumenta que não houve difamação, calúnia ou abuso da liberdade de imprensa por parte da emissora. “A reportagem está revestida de interesse público, consubstanciado na fiscalização dos atos dos agentes governamentais e no funcionamento das instituições”, escreve.

À decisão ainda cabe recurso a tribunais superiores. – no caso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

MSN NOTÍCIAS


Polícia visita povoados de Macururé em ação preventiva


Operação Policial: VISITA AOS POVOADOS.

Investigadores das delegacias territoriais (DTs) das cidades de Macururé e Chorrochó, no semi-árido baiano, realizaram, na quinta-feira (22), uma operação para coibir crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas, em diversas localidades na zona rural de Macururé.

De acordo com a delegada Lucynalva Freire, titular da DT/Chorrochó, e que também responde pela unidade de Macururé, as equipes visitaram os povoados de Marruá, Tintin, Lajes, Sítio Bernardo, Serra da Júlia, Serra do Tonan, Serrota e Sansaite.


Esse tipo de ação tem caráter preventivo e também aproxima a polícia da população”, destacou a coordenadora regional da 18ª Coorpin/Paulo Afonso, delegada Mirela Ventura, acrescentando que durante as incursões, não foram apreendidos materiais ilícitos.

Fonte: DPC LUCYNALVA FREIRE.



























Polícia Militar erradica cinco mil pés de maconha em Abaré, na Bahia


A Polícia Militar informou que na ação foi preso um homem identificado como Maciel de Souza Martins.
Policiais Militares erradicaram na noite de quarta-feira (21), por volta das 21h30min, uma plantação com aproximadamente cinco mil pés de maconha na localidade Ibozinho, no município de Abaré- BA. Uma denúncia levou a PM até o local. Um suspeito foi preso.
Todo plantio foi incinerado no local, sendo uma amostra da droga pronta encaminhada à delegacia de Polícia Civil de Abaré para serem tomadas as providências necessárias.




CHICO SABE TUDO


terça-feira, 20 de agosto de 2019

JUSTIÇA CONDENA HADDAD A 4 ANOS E 6 MESES DE CADEIA EM REGIME SEMIABERTO


O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi condenado por suposto caixa dois na campanha eleitoral de 2012, quando foi eleito. 

A pena imposta pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral, Francisco Shintate, por falsidade ideológica eleitoral, é de 4 anos e 6 meses, em regime semiaberto. Cabe recurso. Na mesma sentença, foi absolvido por falsificação de notas fiscais, quadrilha, corrupção passiva, improbidade e lavagem.

O ex-prefeito foi denunciado por suposto caixa dois de R$ 2,6 milhões da UTC Engenharia. O promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz, afirmou, em acusação, que o ex-prefeito 'deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas'.
Os valores teriam sido repassados pela empreiteira diretamente às gráficas de Francisco Carlos de Souza, ex-deputado estadual e líder sindical conhecido no PT como 'Chico Gordo'. Ele confessou que recebeu os pagamentos, mas disse que não eram destinados à campanha do ex-prefeito, e sim a outros candidatos petistas cujos nomes não revelou à PF.
A denúncia narra que R$ 3 milhões teriam sido negociados com o empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e depois repactuados para R$ 2,6 milhões. Além do empreiteiro, que é delator, o doleiro Alberto Youssef também citou as operações em depoimento.
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Notas fiscais

Segundo o juiz, 'quanto ao caixa dois eleitoral, a comprovação de sua materialidade decorre do reconhecimento da falsidade das notas fiscais emitidas pelas empresas do réu Francisco Carlos (lwc) e do réu Ronaldo (Cândido e Oliveira) que foram incluídas na prestação de contas da candidatura a prefeito, assinada pelos réus Haddad e Francisco Macena'.
"Como já exposto, a norma eleitoral impõe o dever ao candidato de acompanhar pessoalmente as despesas e receitas de campanha, ao estabelecer como elemento de existência da prestação de contas a assinatura do candidato", afirmou.
"O réu Francisco Macena era o responsável financeiro da campanha do réu Haddad a prefeito da Capital de São Paulo. Afirmou, ao ser interrogado, que controlava diretamente as despesas. Entretanto, não explicou porque utilizou as notas de material que não foi produzido e entregue, como acima demonstrado. Ao não conferir as notas fiscais e respectivos recibos, criou o risco não-permitido de falsidade ideológica para fins eleitorais, com o uso de notas fiscais falsas na prestação de contas, o que veio a se concretizar, caracterizando o delito do artigo 350 do Código Eleitoral, sabido que tem havido grande incidência de processos por caixa dois eleitoral, em razão de doações não contabilizadas e de despesas inexistentes lançadas. Mediante um único documento público, inseriu 258 declarações falsas de despesas com gráficas", concluiu.

'Culpabilidade extremamente elevada'

O juiz afirma que, 'quanto ao réu Fernando Haddad, mediante um documento (prestação de contas) veiculou 258 declarações ideologicamente falsas (258 operações de prestação de serviços simuladas), com a finalidade eleitoral'.
"A culpabilidade (grau de reprovabilidade da conduta), é extremamente elevada, pois o réu Haddad era candidato e foi eleito para o cargo de Prefeito do maior município do país, com um dos cinco maiores orçamentos da federação, e assumiu o risco ao não se interessar pelo gerenciamento das contas de campanha, comportamento que se mostra, para um ocupante de cargo executivo, extremamente desfavorável", escreve.
Segundo o juiz, Haddad 'não apresenta antecedentes criminais, suas conduta social, sua personalidade e os motivos tampouco permitem um juízo negativo que conduza à elevação da pena-base'.
"As circunstâncias que conduziram à prática dos crimes caixa dois são extremamente graves. A prova produzida demonstrou que os crimes foram praticados quando o partido do réu (PT) detinha o Governo Federal, em uma organização com setores especializados, dos quais o núcleo político que aceitava doações de empresas que mantinham contratos com o poder público, bem como a emissão de notas fiscais e recibos sem lastro em operações mercantis ou de prestação de serviços", anotou.

Vaccari pega 10 anos em fechado

Na mesma ação, João Vaccari Neto foi condenado pelos crimes de formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal) e de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos ou valores (Lei 9.613/98), com pena somada de 10 anos de reclusão em regime fechado.
Segundo a sentença, Vaccari pediu o pagamento de R$ 2,6 milhões em favor de uma das gráficas envolvidas no caso, com valores de origem ilícita de Ricardo Pessoa, empreiteiro da UTC.
O responsável financeiro pela campanha de Haddad, Francisco Macena, também foi condenado pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais, a 3 anos e 9 meses em regime aberto.
Os donos das gráficas, Francisco Carlos de Souza (Chico Gordo) e Ronaldo Cândido, pegaram, respectivamente, 11 anos e 6 meses (fechado) e 9 anos e 9 meses (fechado).

Inocentado na esfera criminal

O ex-prefeito também foi denunciado na esfera criminal por este mesmo caso, envolvendo corrupção e lavagem de dinheiro. A 12.ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, no entanto, trancou a ação em fevereiro.
Segundo o voto do relator, desembargador Vico Mañas, a denúncia não esclarece qual a vantagem pretendida pelo empreiteiro, uma vez que os interesses da UTC foram contrariados pela gestão municipal, que chegou a cancelar um contrato já assinado com a empresa para a construção de um túnel na Avenida Roberto Marinho.
COM A PALAVRA, A DEFESA DE HADDAD
A defesa de Fernando Haddad recorrerá da decisão do juiz Francisco Shintate, da primeira Vara Eleitoral. Em primeiro lugar porque a condenação sustenta que a campanha do então prefeito teria indicado em sua prestação de contas gastos com material gráfico inexistente. Testemunhas e documentos que comprovam os gastos declarados foram apresentados. Ademais, não havia qualquer razão para o uso de notas falsas e pagamentos sem serviços em uma campanha eleitoral disputada. Não ha razoabilidade ou provas que sustentem a decisão.
Em segundo lugar, a sentença é nula por carecer de lógica. O juiz absolveu Fernando Haddad de lavagem de dinheiro e corrupção, crimes dos quais ele não foi acusado. Condenou-o por centenas de falsidades quando a acusação mal conseguiu descrever uma. A lei estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado.
Em um Estado de Direito as decisões judiciais devem se pautar pela lei. O magistrado deve ser imparcial. Ao condenar alguém por algo de que nem o Ministério Público o acusa, o juiz perde sua neutralidade e sua sentença é nula.
Defesa de Fernando Haddad
COM A PALAVRA, O ADVOGADO LUIZ FLÁVIO BORGES D'URSO, QUE DEFENDE VACCARI
NOTA PÚBLICA
A defesa do Sr. João Vaccari Neto, pela presente Nota, se manifesta sobre a decisão, proferida pela Justiça Eleitoral de São Paulo, no processo em que figura também como acusado, o Sr. Fernando Hadad e outros.
Cumpre informar que a decisão absolveu o Sr. Vaccari com relação ao crime do art. 350 do código eleitoral, absolveu também quanto ao crime de prestação de contas eleitorais, absolvendo-o ainda dos crimes de corrupção passiva e de improbidade.
Essa decisão, todavia, o condenou pelos crimes de lavagem e de quadrilha, imputando-lhe a pena de 10 anos de reclusão e 300 dias multa e à reparação de danos.
Dessa condenação a defesa irá recorrer, pois entende que, além de injusta, não reflete a prova dos autos.
Prof. Dr. Luiz Flavio Borges D'Urso
Advogado


MSN

MULHER DÁ A LUZ DENTRO DE CARRO EM PETROLINA, PE: 'ME AGONIEI', DIZ MOTORISTA


Petter Gustavo atua como motorista de aplicativos. Nesta terça, quando saia de casa para trabalhar, ele foi parado por uma mulher que pedia ajuda para levar a amiga ao hospital.

Por Emerson Rocha, G1 Petrolina
O motorista de aplicativo em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, Petter Gustavo, teve a rotina de trabalho alterada nesta terça-feira (20). O motivo da mudança foi o nascimento de um bebê dentro do carro dele. Quando estava saindo de casa para trabalhar, o motorista foi parado por uma mulher, pedindo ajuda para levar a amiga dela até o hospital.

“Estava saindo para trabalhar, por volta das 5h10, quando uma mulher me abordou, muito aflita, dizendo que estava tentando chamar o Samu e o próprio aplicativo e não conseguia, devido a distância e o horário”, diz Petter, que atua como motorista de aplicativo há quatro meses.

A mulher que abordou Petter é a recepcionista Vitória Jéssica de Souza. Ela e Nataline Maria da Silva, de 27 anos, são amigas e têm uma relação de irmãs. Segundo Vitória, Nataline começou a sentir dores por volta das 4h. “Fui passando na outra rua, vi o rapaz e pedi ajuda pra levar a gente pro hospital. Não sabia que ele trabalhava como motorista de aplicativo. Ele foi um anjo que apareceu”, conta Vitória.

Só que, para a surpresa de Nataline, Vitória e Petter, a pequena Maria Cecília decidiu nascer antes de chegar ao Hospital Dom Malan. “Fui dirigindo até em uma certa velocidade. Aí, quando chegou mais ou menos perto do shopping, ela não aguentou de dor e disse que estava nascendo. Aí, eu me agoniei. Não teve jeito. A criança nasceu dentro do carro”, afirma Petter.

Coube a Vitória a missão de ajudar no nascimento de Maria Cecília. “O parto foi tranquilo. É algo inexplicável, maravilhoso. Gratificante”, descreve a recepcionista. “A moça que estava acompanhando ela segurou o bebê, eu disse pra ela colocar a menina de bruços, pra evitar que ela se engasgasse, porque a bebê estava tossindo”, completa Petter.

Após o parto dentro do veículo, Petter continuou dirigindo até chegar ao hospital. “A gente chegou no Dom Malan, já com a criança no colo da outra menina e, dentro do carro mesmo, foi cortado o cordão, feito todo o procedimento. Levaram a menina e a mãe”, diz o motorista. A mãe e a menina passam bem e devem receber alta na quarta-feira (21).

Petter mora no Residencial Vivendas, mesmo local onde Vitória e Nataline moram. Mesmo sendo vizinhos de bairro, eles nunca haviam se visto. Um primeiro encontro que, segundo o motorista, vai ficar guardado na memória.

“Até então, não conheço a pessoa que me chamou, nem a mãe. Sei que mora no Vivendas. Moro na Rua P e a pessoa que chamou na Rua O, que fica por trás de onde moro. Uma situação dessas fica marcada pra sempre”, afirma o motorista.



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