DE MACURURÉ NA BAHIA PARA O MUNDO!

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

PAULO AFONSO: MORADORES DO BTN AVISAM À PREFEITURA QUE NÃO SÃO PORCOS. ‘APAREÇAM, SEUS COVARDES!’

Rua Santa Inês, bairro de mesmo nome no complexo do BTN. (Foto: PA4.COM.BR)
Ruas que lembram estradas vicinais da área rural, na verdade compõe a paisagem urbana do complexo de bairros do BTN, o repórter Carlos Alexandre, a pedido dos moradores esteve na tarde desta terça-feira (20), no bairro Santa Inês, BTN I, e ouviu os queixumes da comunidade:   

″Aqui ninguém passa nessa lama, é bom o prefeito, os vereadores virem aqui, porque quando é tempo de eleição invadem tudo aqui, que ficamos até surpresos, apareçam seus covardes!”, disse uma, e foi emendada pela vizinha:   

“Aqui temos: mosquitos, baratas, muriçocas e bosta, é tudo aqui no meio da rua, e ninguém vem olhar, está tudo lindinho aqui no Santa Inês, pelo menos para eles lá″, desabafa a moradora Cláudia, cansada do descaso com o qual convive há 9 anos.
Moradoras se revoltam e pedem providências à prefeitura de Paulo Afonso – Rua Santa Inês, bairro de mesmo nome no complexo do BTN. (Foto: PA4.COM.BR)

O mais revoltante da situação é que esta rua, olhem bem as imagens, consta na prefeitura como ‘calçada’. 

Então vejamos, se ela foi calçada, ao menos a prefeitura já gastou em sua infraestrutura, então, imediatamente devemos perguntar: ″onde foram parar os paralelepípedos e o cimento? ″, será que o vento levou?   

″Nós vivemos aqui na ‘rua dos esquecidos’, quando chove nós devemos providenciar uma canoinha para sairmos, e também já presenciei quedas, eu mesma já caí e quase quebrei minha perna aqui″, disse outra moradora.   

As reclamações dos moradores foram levadas ao ar, ao vivo, no programa Radar 89, da Rádio Delmiro FM.


Pois é, a ‘rua dos esquecidos’ não estava no roteiro da Tocha Olímpica, nem nos redutos onde se precisava virar o jogo eleitoral para serem lembrados. Nunca é demais dizer que o ex-prefeito Anilton Bastos (PDT), havia anunciado recurso da ordem de R$ 20 milhões para serem gastos em recapeamento asfáltico, bem traduzido por Antônio Alexandre (PMDB), como ‘borra de café’.   

Então se passou asfalto em cima de asfalto – em alguns lugares absolutamente desnecessários –  aliás, se passa, e moradores que se quer têm um aterro para tapar os buracos, ficam como se fossem de segunda classe.  

Como bem frisou uma das senhoras entrevistadas por Carlos Alexandre: ″Nós estamos num chiqueiro, mas não somos porcos″.
OZILDO ALVES
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