Em caso anterior, Paulo Evandro enfrentou investigações no estado de Alagoas por um suposto envolvimento em um caso de atentado ao pudor contra um paciente de 20 anos. A situação teria ocorrido durante um atendimento na UPA de Jaraguá, onde o médico atuava. De acordo com o Boletim de Ocorrência e o depoimento do paciente, o médico o penetrou após um exame de toque retal, a ação foi posteriormente negada pelo profissional.
“Eu fique sem reação. Só virei. Não tive. Não consegui fazer nada. Ele [o médico] começou a se desculpar e disse ‘desculpa, eu me confundi, achei que era isso que você queria’. Ficou se desculpando e ficou cerca de uns 15, 20 minutos tentando mudar o foco da conversa e depois pediu para que eu não falasse para ninguém. Eu tentei enrolar ele porque eu só queria sair dali, sabe”, relatou o paciente.
A denúncia levou à demissão do médico da unidade, mas o processo foi arquivado após desistência da vítima, conforme determinação do Tribunal de Justiça de Alagoas baseada no Art. 485, VIII, do Código de Processo Civil. O encerramento formal do caso se deu sem a imposição de custas processuais, concluindo-se com o arquivamento após o prazo recursal, sob a responsabilidade legal do advogado Victor Lima Albuquerque, OAB 18562AL.
Por Chico Sabe Tudo
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