As circunstâncias do crime
Ravana estava em um dos quartos do estabelecimento com um homem ainda não identificado pela polícia. Um funcionário do motel ouviu os gritos da jovem pedindo socorro e acionou a Polícia Militar.
"Muito grito da moça pedindo socorro, ‘não faz isso comigo, não me mata’. Foi quando a polícia chegou e ela ainda estava gritando”, contou uma moradora da região, que testemunhou o ataque.
Ao chegar ao local, a Polícia Militar encontrou o casal no chão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) constatou a morte da jovem e encaminhou o homem com ferimentos no tórax para o hospital. Segundo a perícia, estes seriam autoinfligidos.
A investigação prossegue
A Polícia Civil, responsável pela investigação, informou que até o momento não se sabe a natureza do relacionamento entre Ravana e o suspeito, nem a motivação do crime, que assustou a cidade de Belém em pleno Dia dos Namorados. A perícia classificou o ato como brutal devido à quantidade de facadas.
A investigação agora fica a cargo da Divisão de Homicídios da Polícia Civil. O crime repercutiu na cidade, e a morte de Ravana, uma jovem de apenas 25 anos, lança luz sobre a constante preocupação com a segurança das mulheres no país.
Por Chico Sabe Tudo
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