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sábado, 11 de fevereiro de 2017

PREFEITO DE SANTA BRÍGIDA volta a ser DENUNCIADO no MINISTÉRIO PÚBLICO: “um esquema gritante de SUPERFATURAMENTO”

Prefeito ‘Gordo de Raimundo’ (PT) é acusado de superfaturamento com aquisição de 20 mil quentinhas somente no ano de 2014.
O ex-vice-prefeito de Santa Brígida, Antônio França dos Santos, encaminhou ao Ministério Público da Bahia, nesta sexta-feira, dia 10, mais uma representação/denúncia, contra Carlos Clériston Santa Gomes (PT) atual prefeito do Município de Santa Brígida-BA, segundo ele “em face de afrontoso desrespeito a coisa pública e as normas constitucionais e infraconstitucionais vigentes”.

No dia 01 de fevereiro do corrente, França já havia protocolado uma representação no MP, denunciando supostas aquisições de refeições/quentinhas no ano de 2013, pela Prefeitura de Santa Brígida, sob a batuta do seu prefeito, Carlos Clériston também conhecido como “Gordo de Raimundo”, configurando segundo o denunciante, “um esquema gritante de superfaturamento”.

Na nova ação, Antônio França volta a denunciar números excessivos no fornecimento de “quentinhas’: “Para meu espanto e negativa surpresa, esses valores quase que dobraram no ano de 2014, senão vejamos:


Em 2013 foram supostamente consumidas  10.192 (dez mil cento e noventa e duas) quentinhas, totalizando R$ 98.519,00 (noventa e oito mil quinhentos e dezenove reais) e supostas despesas com lanches de R$ 30.444,75 (trinta mil quatrocentos e quarenta e quatro reais e setenta e cinco centavos), ou seja, 15 mil lanches.

O que era vergonhoso ficou insustentável quando somamos os supostos valores despendidos para aquisição de quentinhas  no ano de 2014 que totalizou a assustadora quantia de R$ 152.571,00 (cento e cinquenta e dois mil, quinhentos e setenta e um reais), ou seja, cerca de 20 mil quentinhas.

França pediu ao MP que seja diligenciado o senhor prefeito para justificar detalhadamente, os eventos  que levaram ao consumo de alta monta de aquisição de quentinhas no período do ano de 2014, como também que o mesmo apresente todos os contratos de aquisição de gêneros alimentícios em geral, que não foi possível elencar na peça no ano de 2014.

França encerra com mais um argumento: “O município não operaciona nenhum projeto de distribuição de cestas básicas, nem tampouco dispõe de restaurante popular, o que deixa patente maquiagens contábeis para desvio de recursos públicos pelo senhor prefeito municipal”.


OZILDO ALVES


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