O Brasil não foi
descoberto em 01 de janeiro de 2003, data da posse do ex-presidente Lula, em
seu primeiro mandato presidencial. Mesmo que ele insista em dizer, em suas
lorotas, que “nunca, antes, neste país” se fez tanto como nos governos do PT.
Essa data marca também o início da desastrada era petista, agora em estado
terminal, definhando na lama do safadismo político.
Convenhamos, num ponto ele tem razão: “nunca, antes, neste país”, se fez tanta
maracutaia e proliferaram tantos adeptos da rapinagem do dinheiro público e
inimigos do Brasil. “Nunca, antes, neste país”, as prisões receberam tantos
companheiros de Lula, surpreendidos com a boca na botija.
Os governos petistas conseguiram destruir em 13 anos o que os brasileiros
construíram em cinco séculos, desde Pedro Álvares Cabral: a capacidade de ter
esperança. Os brasileiros estão decaídos, cabisbaixos, desesperançosos,
entristecidos, indignados.
O Brasil parou. Está em estado letárgico. Dona Dilma Rousseff perdeu as
condições de governar, perdeu a credibilidade, perdeu o rumo. Não decide, não
sabe decidir, não tem respaldo político para decidir. Escafedeu-se. Recolheu-se
em seu casulo da incompetência. O governo está indolente, apático,
inexplicavelmente inoperante.
Cada dia surge um escândalo. Cada dia descobre-se mais um assalto aos cofres
públicos. Surgem larápios em profusão. Novos, velhos, ricos, espertos, imorais,
repugnáveis, idiotas, mentirosos. O aparelhamento do Estado brasileiro deu-se
de forma tão escancarada na era petista que agora os ratos estão aparecendo aos
montes, emergindo dos porões da malandragem.
Colocaram pessoas em postos estratégicos da administração pública com o intuito
de furtarem, em benefício de um projeto político vergonhoso: a permanência no
poder. Para esses nefastos “amigos do alheio” pouco ou nada importa o custo que
os brasileiros trabalhadores e honestos estão pagando pela dilapidação do
Brasil.
O ex-presidente Lula anda por aí, delirando, tentando defender o indefensável.
Fala para seus súditos, em ambientes fechados, com receio de vaias merecidas.
Os cupinchas vão ao delírio e ele se extasia ao máximo. Pateticamente.
Ridiculamente. Desprezivelmente.
Ouvir
as aleivosias de Lula, como nas últimas entrevistas, requer um controle
absoluto dos neurônios. Sua desfaçatez é impressionante. Enquanto ele vive
delirando, o governo de seus asseclas está afundando.
FONTE: araujo-costas@uol.com.br


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