Dezenas
de canudenses vão ao casarão da saúde em Salvador, esperando a chance de tratar
de suas enfermidades. Entretanto, o lugar que deveriam ser como uma casa, mesmo
que provisória, encontra-se em situações precárias no bairro de Brotas na
capital baiana. Conforme as fotos anexadas , todos as dependências do casarão
apresentam problemas.
Fotos
tiradas pela equipe do Portal Comunicação em Pauta mostram que mofo, sujeira e
comida vencida são comuns no abrigo. Os colchões não são higiênicos, banheiros
que precisam de reformas com urgência, pois apresenta rachaduras e muito
umidade, além dos eletrodomésticos apresentarem ferrugem (veja nas fotos).
Para
Roque, que disponibiliza de seu tempo para ajudar e orientar os pacientes que
sai de Canudos rumo à Salvador em busca de tratamento, alerta que a situação é
de imóveis danificados e sujos. E alerta um problema ainda mais grave;
"Nas
dependências vive também uma infestação de ratos, que circular durante a
noite".
Segundo
alguns pacientes entrevistados, mas como medo de serem prejudicados desejam não
se identificar, e informam que "os
problemas vão além de toda essa miséria que encontrasse a casa, que na verdade
deveria ser " A casa da saúde de reabilitação", é um local precário e
desumano, o município pouco importa-se, ela que deveria se mostrar presente,
pois se há contratos para manutenção e limpeza da casa, como da Fundação de
Proteção Especial que se faça se distância e nos deixam abandonados",
revela alguns canudenses.
O
Casarão e todas as dispersas desde o transporte, alimentação e bem estar é de
responsabilidade da Prefeitura de Canudos.
Responsáveis
e lideres políticos informa estar mudando o modelo de administração e que
principal problema hoje é com a limpeza. Mas a realidade é inversa e
contraditória.
Fotos
revelam total falta de comprometimento e respeito com os canudenses, uma vez
que o banheiro encontra-se sem condição para tomar banho, com azulejos
quebrados e muito mofo. Em alguns locais, não há nem condições de ficar muito
tempo, pois a umidade é muito forte e presente e provoca odor de mofo.
Para
Regina que foi designado a responsabilidade da limpeza e higiene do local nos
informa que; "a manutenção deve ser constante como em qualquer residência, aqui a atenção
deve-se ser ainda maior, pois lidamos com pessoas doentes. Alguns problemas vão
se acumulando por conta de uma demora de pagamento, sem falar que uma pessoas
não têm como dar conta de uma casa de apoio sozinha, deve-se contratar mais
funcionários", disse Regina.
Outra
preocupação é com a falta de equipe, pessoas que acompanhe os idosos, jovens
que nunca estiveram em Salvador para agendar consultas e exames. São pessoas
que já estão debilitadas e no momento que pedem socorro, esse socorro é dado
pela metade, em condições desumanas.
Fonte: Portal Comunicação em Pauta por Márcio Malta Telles


















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