As controvérsias no jornalismo da Rádio
Cultura, que adotou uma postura crítica, de baixo calão e confusões no
ar, tem afastado ouvintes, anunciantes e colaboradores, que fogem desse
novo conceito por não agregar valor às suas marcas, além do alto preço
cobrado pelos anúncios que mantém a rádio.
O proprietário Antônio José Diniz está
pagando pelos comentários maliciosos de seus locutores e dele próprio.
Só pagando o pato, pois as contas de energia nem sinal de quitação.
A
não liquidação destas faturas tirou a rádio do ar desde a semana
passada (23/04), e até o fechamento desta matéria (30/04) não tinha
retornado.Comentários na cidade insinuam que a rádio saiu do ar por
manobra política, mas foi por “corte de energia” mesmo.
As dificuldades financeiras que passa a
empresa Rede Cultura, vem se arrastando há um bom tempo, com cobranças
do ECAD, Processos Judiciais, Impostos, entre outras contas, assumidas
publicamente, “sem papa na língua”, por seu proprietário em programa de
rádio de sua emissora.
Nestes momentos difíceis, os parceiros
que ora haviam convencido Diniz a atacar o prefeito e aliados, caíram
todos fora. Seria uma armadilha para avariar o velho guerreiro da
comunicação? Alguns analistas falam que o proprietário foi manipulado
para atender interesses de um grupo de opositores, que depois
desvalorizariam a emissora para propor uma
compra.
compra.
Acendamos uma vela para “A voz da
verdade”, pelo menos na torre da emissora, que pode ocasionar um
acidente com aeronaves no escuro total.
Fonte: Agência ANPA – Por Luiz Brito DRT/Ba 3.913
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