DE MACURURÉ NA BAHIA PARA O MUNDO!

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

HOMEM SE ENTREGA APÓS AMEAÇAR EXPLODIR BOMBA NA UNIJORGE

O homem que ameaçou explodir bombas na Universidade Jorge Amado (Unijorge), em Salvador, se entregou após mais de três horas de negociações com agentes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE). 
O acusado iria fazer a prova do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que estava sendo aplicada no local pela Fundação Getúlio Vargas. Devido à ameaça, o local foi evacuado e foi dado início às investigações. O candidato ao exame foi identificado como Frank Oliveira da Costa ejá teria feito a prova da OAB 18 vezes sem obter aprovação.
Frank foi preso e levado para Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). Com ele, não foram encontrados artefatos explosivos ou arma de fogo, segundo a polícia.

Fotos: Alberto Maraux/Ascom SSP
Por Redação Bocão News

domingo, 24 de julho de 2016

NIGERIANA VIVE DENTRO DE UMA BACIA À ESPERA DE DESCOBRIR QUE DOENÇA TEM

O drama da nigeriana Rahma Haruna começou aos seis meses de idade. Hoje, prestes a completar 20 anos, ela segue sofrendo com seu problema raro e, até o momento, sem solução.

Quando Rahma completou seis meses, seus braços e pernas pararam de se desenvolver. De família muito pobre, ela passa, desde então, boa parte do tempo em uma bacia.
Os médicos não conseguem explicar o que aconteceu com a menina. Sua mãe explica que Rahma crescia normalmente, até que aprendeu a se sentar. Ela relata que aí começaram os problemas.

“Foi então que minha filha começou a ter muita febre, muita dor… Suas mãos e pés doíam e ela passou a não conseguir utilizar mais nenhum deles. Foi então que percebemos o problema”, explica Fadi, a mãe.

Os pais dela se dedicam, desde então, a procurar uma cura para a rara doença. O pai dela, Hussaini, afirma que os familiares já venderam quase todos seus bens para ajudar a filha. Tudo para não encontrar solução.

A esperança da família está, agora, no fato da história ter ficado conhecida mundialmente. Os olhos se voltaram para Rahma após a fotógrafa Sani Maikatanga compartilhar sua imagem em redes sociais. Por conta disso, a menina ganhou uma cadeira de rodas.


Mesmo diante de todas as dificuldades, a jovem nigeriana não desiste. Mais ainda: sonha e faz planos. Esperançosa em encontrar alguma ajuda na medicina, Rahma tem o sonho de ter um comércio próprio para ajudar sua família.
CHORROCHÓ ONLINE

COMO O ESTADO ISLÂMICO USA NOSSAS REDES SOCIAIS AQUI NO BRASIL

Uma adolescente brasileira pede dicas pelo Twitter para participar de um grupo ligado ao autodenominado Estado Islâmico (EI) no aplicativo de mensagens Telegram. A resposta chega horas depois, publicada em português por um perfil anônimo que escreve em árabe, turco e inglês: "Clique neste link e entre em nosso canal."
Assim, com poucos cliques, a jovem e uma rede invisível de brasileiros têm seu primeiro contato com grupos de propaganda extremista recém-criados em língua portuguesa. Nestes ambientes, encontram fotos, vídeos e textos religiosos publicados a cada 3h ou 4h - imagens de cadáveres e decapitações são frequentes, intercaladas a homenagens a "mártires" mortos em combate e a detalhes sobre territórios conquistados pelo grupo no Oriente Médio.

"Aplicação de punição das chibatadas a um adúltero solteiro no acampamento de Yarmouk", diz uma das postagens de um dos grupos do EI no Telegram, vista por 123 seguidores. O texto é seguido por um vídeo impublicável e fotos em alta resolução do rosto do homem espancado.

Outras publicações registram detalhes da guerra pelo controle de territórios na Síria e no Iraque - tudo em português. "Pela graça de Allah, os Soldados do Califado conseguiram destruir dois veículos BMP e danificar um veículo Hummer, além de queimar dois quartéis das aglomerações do exército da milícia Rafidi, matando todos que estavam lá dentro."

Membros do EI divulgam vídeos, fotos e notícias em tempo real em grupos online em português
Além dos grupos de propaganda, onde apenas os administradores podem fazer postagens, o Telegram também hospeda "salas de bate-papo" gerenciadas por membros do EI. É nestas últimas que articulações práticas sobre ataques seriam realizadas, segundo agências internacionais de inteligência que monitoram riscos de atos terroristas no Brasil.

Na última quinta-feira, dez brasileiros supostamente simpatizantes do extremismo foram presos pela Polícia Federal, sob suspeita de planejar ataques na Olimpíada do Rio de Janeiro. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, os detidos estavam distribuídos em 10 Estados e não se conheciam pessoalmente. Assim como os perfis mapeados pela reportagem, eles se comunicavam por redes sociais - e alguns teriam feito um juramento de lealdade ao EI.

"Aparentemente, era uma célula absolutamente amadora, sem nenhum preparo", disse o ministro em entrevista coletiva no fim da manhã de quinta-feira. De acordo com ele, a probabilidade de um ataque na Olimpíada é "mínima".

Essa investigação identificou apenas brasileiros envolvidos em supostas atividades preparatórias para ataques durante os Jogos. No Twitter e no Telegram, entretanto, a maioria dos conteúdos extremistas voltados ao Brasil é publicada por estrangeiros, que alimentam uma máquina de "notícias positivas" sobre o Estado Islâmico, 24 horas por dia, sete dias por semana.


DO TWITTER PARA O TELEGRAM


Entre todas as redes sociais pesquisadas pela reportagem - Facebook, Twitter, Instagram e Telegram -, a principal porta de entrada de brasileiros a páginas que exaltam o grupo extremista é o Twitter. Dezenas de perfis efêmeros, sem fotos, excluídos e recriados diariamente, exaltam atividades do Estado Islâmico e publicam links para notícias e informações recentes ligadas ao grupo.

A forte estratégia midiática dos vídeos violentos divulgados internacionalmente pelo EI - muitos feitos com equipamento de última geração e efeitos especiais - também é notada, em menor escala, na atividade voltada ao público brasileiro. Um dos perfis no Twitter, que se baseia na Síria e publica seguidamente hashtags em português ligadas ao grupo, chama atenção por uma enorme fotomontagem que mostra o Congresso Nacional, em Brasília, em chamas.

Para especialistas consultados pela BBC Brasil, o objetivo principal destes articuladores é popularizar o grupo entre pessoas que vivem longe do Oriente Médio e estimular os chamados "lone wolves" (lobos solitários, ou pessoas que simpatizam com ideias do grupo, mas não fazem parte de sua estrutura formal) a entrarem em ação isoladamente em seus países.

Um importante artigo publicado em março do ano passado ressalta a percepção sobre a importância do Twitter para os jihadistas. Em The ISIS Twitter Census ("Censo do Estado Islâmico no Twitter", em tradução livre), pesquisadores do Brooking Institute mapearam 46 mil contas ligadas ao EI na rede social em 2014.

Segundo os autores, três em cada quatro dos perfis usam o árabe como idioma principal; um em cada cinco preferem o inglês. A grande maioria das contas mapeadas pelo estudo estava hospedada no Iraque, na Síria e na Arábia Saudita. Houve poucos registros no Ocidente - 3 contas na França, uma no Reino Unido, uma na Bélgica e, um detalhe que passou despercebido na época, duas no Brasil.
"O uso da rede social visa espalhar propaganda e recados para todo o mundo, além de pescar pessoas vulneráveis ao radicalismo", diz o artigo, que destaca ser difícil identificar provas concretas de recrutamento pelo microblog. "O recrutamento não é evidente no Twitter. Ele acontece em ferramentas como Kik, WhatsApp e Skype, que são usadas de 'um para um'. O que eles fazem publicamente no Twitter é pescar interessados."

No Brasil, segundo o governo e consultorias internacionais de inteligência, o Telegram se tornou um dos principais espaços para estas conversas "um a um". Mas quem são os brasileiros que embarcam nestes bate-papos?
VULNERABILIDADE E ACEITAÇÃO
Os principais alvos de recrutadores de organizações extremistas costumam ser jovens e membros de setores mais vulneráveis da sociedade, explica o especialista Vladimir de Paula Brito, agente da Polícia Federal e pesquisador do think tank Inasis (sigla em inglês para Associação Internacional para Estudos de Segurança e Inteligência).
Segundo ele, os aliciados normalmente se sentem excluídos socialmente e, ao se juntar a grupos extremistas, mesmo que apenas virtualmente, se sentem valorizados em sua nova microcomunidade. "Eles (aliciados) são atraídos pela possibilidade de ser alguém naquele conjunto (comunidade formada por apoiadores dos extremistas). Até o termo 'lobo solitário' soa como enaltecedor. Eles buscam notoriedade, atenção", afirmou.
O pesquisador afirmou ainda que a abordagem a novos adeptos é mais eficaz em países europeus, onde o fator religioso está frequentemente relacionado a situações de exclusão social de imigrantes. No Brasil, onde a radicalização religiosa e o ressentimento relacionado à imigração ocorrem de maneira distinta, o recrutamento seria mais difícil. "Mas aqui os recrutadores podem canalizar outros discursos, como o da exclusão social".
À BBC Brasil, Brito elogiou ação das autoridades na prisão dos suspeitos na quinta-feira, mas ressaltou que o fato de aliciados e aliciadores não precisarem mais se encontrar pessoalmente diminui a possibilidade de que sejam identificados e presos.
Segundo o juiz federal Marcos Josegrei da Silva, o grupo detido pela Polícia Federal era composto por homens entre 20 e 40 anos. Embora nascidos no Brasil, todos os detidos usavam apelidos inspirados em nomes árabes. As autoridades, entretanto, não forneceram detalhes sobre o perfil e as motivações dos suspeitos.

'AMEAÇA VEM DE FORA'

Para o português Vasco da Cruz Amador, consultor de inteligência e segurança e CEO da agência Global Risk Awareness, de Londres, os principais riscos aos Jogos Olímpicos no Brasil "não vêm de dentro".
"A principal ameaça que notamos acompanhando mais de cem grupos e páginas ligadas ao EI no Telegram é externa, não interna", disse Amador à reportagem. "A maior parte dos chamados para lobos solitários que interceptamos apela para estrangeiros, e não para brasileiros", diz.
Dados divulgados por agências como a Global Risk Awareness ou a SITE Intelligence Group, dos Estados Unidos, mostram que o EI estaria usando as salas de bate-papo do Telegram para convocar atos efetivos durante a Olimpíada.
Uma das principais inovações seria o estímulo para que lobos solitários utilizem drones com explosivos ou objetos pontiagudos. Entre os alvos principais estariam delegações de Israel, Estados Unidos, França e Inglaterra.
Além de oferecerem dicas para obtenção de vistos e passaportes, os extremistas forneceriam instruções para a obtenção de armamento no Brasil - na tríplice fronteira, no sul do país, ou em favelas cariocas. Lobos solitários estrangeiros, segundo as agências, estariam sendo convocados a usar recursos como sequestro, envenenamento e acidentes de trânsito durante os Jogos.

"As prisões no Brasil por suposta ligação com planos de terror do Estado Islâmico provam o amplo alcance do terror atualmente. Nenhum país onde exista internet está imune", avaliou Rita Katz, diretora do SITE Inteligence Group, em sua conta no Twitter.
MSN NOTÍCIAS

sexta-feira, 22 de julho de 2016

HOMEM MATA IRMÃO A TIROS DURANTE BEBEDEIRA EM RODELAS- BA

O acusado foi preso pela Polícia Militar

Uma discussão entre irmãos terminou em morte na noite desta quinta-feira (21), por volta das 22h43min, na cidade de Rodelas- BA. Segundo informações da polícia, os dois estavam alcoolizados no momento do crime e o motivo da briga ainda não foi revelado.
De acordo com a polícia, os irmãos estavam bebendo, quando começaram a discutir. Em um determinado momento da briga, José Roberto da Silva, 33 anos, pegou uma arma de fogo e atirou contra seu irmão Adriano da Silva, 25 anos, que foi atingido na região do abdômen.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e os socorristas constataram a morte do jovem.
O corpo do jovem foi levado até o Instituto Médico Legal (IML) de Paulo Afonso. O autor do crime fugiu do local após os disparos, mas foi localizado e preso por uma guarnição da PM.
Por Chico Sabe Tudo


PRESOS POR SUSPEITA DE TERRORISMO SÃO TRANSFERIDOS PARA PRESÍDIO EM CAMPO GRANDE

A Polícia Federal (PF) anunciou, na manhã desta sexta-feira (22), que os dez presos na Operação Hashtag, suspeitos de preparar atos terroristas, foram transferidos nesta madrugada para a Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Eles foram presos na quinta-feira (21) em dez estados diferentes.

Eles deverão responder pelos crimes de promoção de organização terrorista e realização de atos preparatórios de terrorismo, ambos previstos na Lei 13.260/2016, conhecida como Lei Antiterrorismo.

Segundo a legislação, caso o acusado seja condenado, ele está sujeito a uma pena de 12 anos a 30 anos de prisão, “além das sanções correspondentes à ameaça ou à violência”.

 

As investigações da Operação Hashtag, de acordo com a PF, começaram em abril com o acompanhamento de redes sociais pela Divisão Antiterrorismo. Os suspeitos presos participavam de um grupo virtual denominado Defensores da Sharia e planejavam adquirir armamentos para cometer crimes no Brasil e até mesmo no exterior.


Os mandados judiciais que autorizaram a prisão dos dez suspeitos foram expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba. As prisões e mandados de busca e apreensão e de conduções coercitivas foram cumpridos nos estados do Amazonas, Ceará, da Paraíba, de Goiás, Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná, de Mato Grosso e do Rio Grande do Sul.
Por Agência Brasil | Fotos: Valter Campanato / Agência Brasil

PRE/BA está de olho em LIMINARES QUE LIMPAM a ficha de CANDIDATOS

As concessões de liminares a políticos que serve como “água e sabão” para limpares suas fichas e assim não serem enquadrados na lei da Ficha Limpa estão na mira da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE). O foco está, principalmente, nas liminares que dizem respeito a rejeição de contas.
O objetivo é conhecer e acompanhar as decisões do Judiciário que tornem candidatos “fichas sujas” aptos a concorrer às próximas eleições municipais, ainda que temporariamente. A medida dificultaria a ocorrência da causa de inelegibilidade prevista no art. 1º, inciso I, letra “g”, da Lei da Ficha Limpa, dispositivo que impede, por oito anos, a participação em eleições do gestor público que teve contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas.
Os Tribunais de Contas do Estado, do Município e da União foram oficiados pelo procurador Regional Eleitoral, Ruy Mello, para que informem as decisões judiciais que suspenderam as rejeições de contas de gestores públicos. Também foram solicitadas informações à Procuradoria do Estado e a Advocacia-Geral da União sobre as providências adotadas para interposição de recurso contra as referidas decisões judiciais. Os promotores eleitorais buscarão informações junto às câmaras municipais.

Segundo Mello, as decisões liminares, por se basearem em fundamentos de ordem cautelar ou de urgência, podem ser cassadas por decisão do Tribunal competente, sendo fundamental acompanhar o andamento dos processos judiciais para atuação dos Promotores Eleitorais ainda durante a fase de registro de candidatura ou para ajuizamento do recurso contra a expedição do diploma, ao final do processo eleitoral.
Por Redação Bocão News | Fotos: Reprodução

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