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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

PETROLINA: ALUNOS OCUPAM REITORIA DA UNIVASF CONTRA CORTES NA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Ocupação de alerta está prevista para ter término ainda nesta segunda (10). Alunos alegam que cortes ameaçam funcionamento da Univasf em 2017.
Cerca de 300 estudantes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) ocuparam nesta segunda-feira (10) a reitoria da instituição, no campus Petrolina Centro, no Sertão de Pernambuco. Também foram paralisadas as atividades dos campi Ciências Agrárias e o de Juazeiro, na Bahia. A decisão aconteceu no último sábado (8), durante uma reunião da Câmara de Assistência Estudantil. O motivo são os cortes sofridos no orçamento de 2017 da universidade.
De acordo com os alunos, os cortes chegam a R$10 milhões e ameaçam o funcionamento a partir de julho de 2017. A medida afetará principalmente a assistência estudantil, e com isso, a permanência de muitos estudantes em vulnerabilidade socioeconômica.
Alunos protestam em prol da assistência estudantil (Foto: Divulgação/ Ascom paralisação estudantil)Alunos protestam em prol da assistência
estudantil (Foto: Divulgação/
Ascom paralisação estudantil)
A estudante de psicologia, Sônia Aquino, revela que esta é uma ocupação de alerta e que está prevista para ter término ainda nesta segunda (10). "Tivemos uma reunião e o pró-reitor da instutuição anunciou o orgamento da univasf 2017. Todos os cortes vão inviabilizar o funcionamento básico a partir de julho de 2017 e isso vai afetar o programa de assitencia estudantil, o Restaurante Universitário, transporte, bolsas permanência, e, principalmente, os estudantes que estão em vulnerabilidade econômica. Não vamos aceitar esse retrocesso, queremos avanço".
Os discentes da Univasf alegam ter perdido 828 vagas de auxílio permanência, 515 vagas de auxílio moradia, 60 auxílio transporte, 380 vagas de bolsa permanência e 24 vagas de moradia estudantil, e temem a suspensão dos serviços do RU, que atende mais de 3 mil alunos.
Durante a paralisação apenas estudantes estão tendo acesso ao prédio da reitoria e docentes que estejam engajados na causa.
G1/PETROLINA
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